sábado, 18 de junho de 2016

Desafio literário 2016- 9° livro concluído.


Oi meu povo lindo,boa noite!
Hj trago o nono livro lido no desafio literário 2016.
Item 10; um livro com um título estranho.
JUBIABÁ,de Jorge Amado.

Obs:Essa imagem peguei no Google,pois meu livro comprei num sebo e está meio velhinho,rsrsrs...

Sinopse:http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=12594

Antônio Balduíno nasce órfão no morro do Capa-Negro, que tinha como grande referência espiritual o centenário feiticeiro e ex-escravo Jubiabá. Depois de uma infância de liberdade e pequenos delitos nas ruas de Salvador, num ambiente similar ao que seria desenvolvido em Capitães da Areia, vira malandro, sambista e desordeiro, até ser transformado em boxeador profissional por um empresário italiano. Encerra a carreira prematuramente ao tomar uma surra no ringue numa noite de bebedeira e acaba indo trabalhar nas plantações de fumo do Recôncavo Baiano. Explorado ao extremo, apunhala um homem, foge, se engaja num circo ambulante, volta a Salvador, vira estivador, faz greve. Ao longo dessas muitas vidas, choca-se contra o mundo das mais variadas formas, até atingir um vislumbre de compreensão da realidade que o cerca e de seu lugar nela.
Publicado em 1935, quando o autor tinha apenas 23 anos, Jubiabá constitui um verdadeiro romance de formação e trata de um dos temas mais caros ao escritor - a força da cultura afro-baiana contra a opressão política e as injustiças sociais -, atestando o vigor narrativo de Jorge Amado e seu talento para a criação de personagens vívidos e inesquecíveis. Além de Balduíno e de Jubiabá, merece destaque a branquíssima Lindinalva, por quem o protagonista nutre um amor platônico na pré-adolescência e que reaparece anos depois doente e prostituída. Surgem ainda, de passagem, personagens que retornarão no livro seguinte do autor, Mar morto: o marinheiro Guma, o mestre de saveiro Manuel e sua esposa Maria Clara.
A edição francesa de Jubiabá acabou motivando a vinda ao Brasil de franceses ilustres como o fotógrafo e etnólogo Pierre Verger, o escritor Albert Camus e o fotógrafo Marcel Gautherot. Qualificado de "magnífico" por Camus, o romance foi adaptado para o cinema (por Nelson Pereira dos Santos), o teatro, o rádio, a televisão e os quadrinhos.


Muito bom,adorei o livro!

Bjs!

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Desafio literário 2016 (7° e 8° livros lidos)


Oi pessoal,boa tarde!
Td bem com vocês?
E continua o desafio literário!


Trazendo hoje mais dois livros concluídos:

  • item 11( um livro de capa amarela): Histórias para a sala de aula-Crônicas do cotidiano, de Walcyr Carrasco.
  • item 12 (um livro nacional): A moreninha, de Joaquim Manuel de Macedo.
Demorei a fazer novos posts porque entrei pra autoescola e estava estudando legislação pra fazer prova no Detran,pois bem,fiz a tal prova e passei,tirei 9,25.Agora vem as aulas práticas e depois prova de direção veicular!Deus me ajude!!!

Então vamos às sinopses dos livros que li:






Histórias para a sala de aula, Walcyr carrasco.



Histórias para a sala de aula reúne algumas das crônicas que Walcyr Carrasco publica quinzenalmente na revista Veja São Paulo, dando uma amostra bastante abrangente do autor, que além de cronista é também autor de novela. Os temas das crônicas são os mais variados, indo desde as memórias de infância do autor até a moda, o trânsito caótico, as transformações da linguagem no mundo contemporâneo e seu desconcerto diante das novas tecnologias que, por fascinantes que sejam, acabam muitas vezes por complicar a vida cotidiana ao invés de torná-la mais simples.

Minha opinião:
Gente,tenho uma fila de livros esperando pra serem lidos,pois sempre vou a sebos à procura de bons livros,vou comprando e fazendo uma fila de espera,este livro é um deles,rsrsrs...
O livro é indicado para ser lido em sala de aula,mas qdo o vi,fiquei curiosa,adoro crônicas,então...
Gostei demais das crônicas todas relatam fatos do dia a dia,coisas que acontecem com qualquer um de nós,portanto nos identificamos automaticamente com as histórias.A linguagem é leve,atual e divertida.Recomendo!

A moreninha,Joaquim Manuel de Macedo 


O romance A Moreninha conta a história de amor entre Augusto e D. Carolina (a moreninha). Tudo começa quando Augusto, Leopoldo e Fabrício são convidados por Filipe para passar o feriado de Sant’Ana na casa de sua avó. Os quatro amigos estudantes de medicina vão para a Ilha passar o feriado e lá encontram D. Ana, a anfitriã, duas amigas, a irmã de Filipe, D. Carolina e suas primas Joana e Joaquina. Antes de partirem Filipe havia feito uma aposta com Augusto: se este voltasse da Ilha sem ter se apaixonado verdadeiramente por uma das meninas, Filipe escreveria um romance por ter perdido a aposta. Caso se apaixonasse, Augusto é quem deveria escrevê-lo. 
Augusto era um jovem namorador e inconstante no amor. Fabrício revela a personalidade do amigo a todos num jantar, o que faz Augusto ser desprezado pelas moças, menos por Carolina. Sentindo-se sozinho, Augusto revela a D. Ana, em uma conversa pela Ilha, que sua inconstância no amor tem a ver com as desilusões amorosas que já viveu e conta um episódio que lhe aconteceu na infância. Em uma viagem com a família, Augusto apaixonou-se por uma menina com quem brincara na praia. Ele e a menina ajudaram um homem moribundo e, como forma de agradecimento, o homem deu a Augusto um botão de esmeralda envolvido numa fita branca e deu a menina o camafeu de Augusto envolvido numa fita verde. Essa era a única lembrança que tinha da menina, pois não havia lhe perguntado nem o nome. 
O fim de semana termina e os jovens retornam para os estudos, mas Augusto se vê com saudades de Carolina e retorna a Ilha para encontra-la. O pai de Augusto, achando que isso estava atrapalhando seus estudos, proíbe o filho de visitar Carolina. Depois de um tempo distantes, Augusto volta a Ilha para se declarar a Carolina. Mas ela o repreende por estar quebrando a promessa feita a uma garotinha há anos atrás. Augusto fica confuso e preocupado, até que Carolina mostra o seu camafeu. O mistério é desfeito, e, para pagar a aposta, Augusto escreve o livro A Moreninha. 

Minha humilde opinião:
Simplesmente amei este romance,sou louca por romances,especialmente os bem escritos,aprecio muito os escritores da época do romantismo pois eles tinham uma facilidade incrível pra escrever romances,poesias e tudo o mais a que se propusessem  falar.Este romance é pura poesia!Que linguagem bela!Um clássico é um clássico!Leiam,vcs vão se apaixonar!


Querem saber mas sobre o desafio?Visitem a página da Alê: http://ale-bordadosecroche.blogspot.com.br/2016/06/desafio-literario-2016-08.html

Beijos da Ana!